/* A paisagem viva — faixa de pixel art animada entre a abertura e a jornada.
   O JS só escreve no canvas; posição, moldura e texto são CSS. */

.vale {
  position: relative;
  padding: 0;
  background: var(--c-tinta, #06090f);
  overflow: hidden;
  /* A borda superior é o que costura a faixa clara ao preto da abertura;
     sem ela a cena parece um retângulo colado na página. */
  border-top: 1px solid rgba(255, 255, 255, .06);
  border-bottom: 1px solid rgba(255, 255, 255, .06);
}

.vale-palco {
  position: relative;
  width: 100%;
  /* Altura pela proporção, não fixa: a cena é redesenhada na largura que
     receber, então o que precisa ser estável é a RAZÃO, não o número.

     21/9 e não 40/9: com a faixa mais baixa, a altura em pixels de arte
     não dava as ~70 linhas que montanha + morro + campo exigem, e o
     `vale.js` era obrigado a esticar a vertical — pixel retangular, sol
     ovalado. A proporção aqui e a régua de lá são a mesma decisão. */
  aspect-ratio: 21 / 9;
  min-height: 220px;
  max-height: 420px;
}

.vale-canvas {
  display: block;
  width: 100%;
  height: 100%;
  /* O canvas tem ~310px de largura real; isto amplia sem borrar, que é o
     que faz a arte parecer pixel art de verdade em vez de JPG esticado. */
  image-rendering: pixelated;
  image-rendering: crisp-edges;
  /* Só aparece quando o primeiro quadro foi desenhado: canvas vazio é uma
     faixa branca piscando antes da cena. */
  opacity: 0;
  transition: opacity .5s ease;
}
.vale-canvas.vale-pronto { opacity: 1; }

/* A legenda mora ABAIXO da arte, no fluxo normal — nunca por cima dela.
   Já esteve na grama (contraste 2,4:1, reprovado) e depois no céu (contraste
   bom, mas ainda assim tapando a cena). A regra agora é simples e não abre
   exceção: a paisagem chega inteira aos olhos, e a frase vem em seguida.
   Sem sobreposição não existe véu, não existe sombra de texto e não existe
   auditoria de contraste sobre arte — o problema deixa de existir. */
.vale-legenda {
  margin: 0;
  padding: clamp(14px, 3vw, 22px) clamp(16px, 4vw, 40px) clamp(18px, 3.5vw, 28px);
  text-align: center;
  font-family: var(--f-mono, ui-monospace, monospace);
  font-size: clamp(10px, 1.45vw, 13px);
  letter-spacing: .06em;
  line-height: 1.6;
  color: #9fb3c8;
  /* Sem text-shadow: fora da arte, o texto está sobre o preto liso da
     página e a sombra só emborrataria o glifo. */
}
.vale-legenda b {
  display: block;
  font-family: var(--f-display, var(--font-display, serif));
  font-size: clamp(17px, 3.1vw, 30px);
  font-weight: 400;
  letter-spacing: -.01em;
  line-height: 1.05;
  color: #fff;
  margin-bottom: .35em;
}

/* Degradê nas duas pontas: a cena "nasce" e "morre" no preto da página em
   vez de terminar numa linha reta. */
.vale-palco::before,
.vale-palco::after {
  content: '';
  position: absolute;
  left: 0; right: 0;
  height: 26px;
  pointer-events: none;
  z-index: 1;
}
.vale-palco::before { top: 0;    background: linear-gradient(to bottom, rgba(6,9,15,.85), transparent); }
.vale-palco::after  { bottom: 0; background: linear-gradient(to top,    rgba(6,9,15,.7),  transparent); }

@media (max-width: 640px) {
  /* No retrato, 40/9 vira uma tira fina demais para caber morro, casa e
     monitor. A cena fica mais alta; a legenda continua centrada no céu. */
  .vale-palco { aspect-ratio: 16 / 9; min-height: 200px; max-height: 300px; }
}

@media (prefers-reduced-motion: reduce) {
  /* O JS já desenha um quadro só e não liga o rAF. Aqui fica só a transição,
     que também é movimento. */
  .vale-canvas { transition: none; }
}
